Domingo, 18 de Outubro de 2009
How B | P Research Spore

Problema:

Analisar jogos - recolha de dados para análise de videojogos

 

Metodologia habitual:

Focus Group

 

 

Problemas da metodologia:

A metodologia anterior era realizada num ambiente controlado e estranho aos utilizadores o que inibia a obtenção de dados fiáveis para análise.

 

 

A metodologia baseava-se naquilo que os participantes diziam pensar e não no seu comportamento real durante a interacção com o jogo ("think vs. act"). Não estão sozinhos a interagir com a ferramenta, estão condicionados por um moderador e depois são "obrigados" a falar durante 1h sobre o assunto.

 

Mostrou-se aborrecida e desmotivante para os participantes, por ser de longa duração (1-2 horas) e, neste caso, o investigador prevê tudo o que os utilizadores vão dizer, através das suas questões, enquanto que na metodologia posterior, os dados são espontâneos e, por vezes, reveladores, o que enriquece a análise.

 

 

Nova abordagem metodológica

Na nova abordagem SNERD - the Simulated Native Environment Research Division, os utilizadores encontram-se num ambiente "home-like", familiar, num estado mais imersivo, sem nenhum moderador no espaço a condicionar a sua acção.

 

Estão a ser observados através de uma webcam e a única indicação que têm é "pensar alto", à medida que jogam, de forma a que os investigadores possam analisar as suas expressões e reacções, e interligar com o momento do jogo. Os investigadores só intervêm quando têm de  direccionar o estudo com alguma pergunta.

 

Quanto à parte quantitativa, a resposta ao questionário é feita quando lhes apetecer. O questionário é touchscreen, curto, de forma a não ser tão aborrecido, e pode ser feito quando, por exemplo, decidirem fazer uma pausa no jogo.

 

 

Resultados

Realizaram testes a 59 utilizadores, resultando em 393 horas de vídeo. Conseguiram simular o ambiente nativo de cada utilizador e registar a linguagem corporal e expressões enquanto jogam.

 

Desta forma é possível fugir ao ambiente controlado da abordagem Focus Group e evitar existir uma pessoa que controle a discussão em grupo, como na metodologia anterior.

 

 

Texto crítico à nova abordagem metodológica

Apesar de ter vantagens imersivas e enriquecedoras para a análise, a partir da maior motivação dos participantes, torna-se difícil para o investigador controlar tantos ecrãs ao mesmo tempo e registar em tempo real todas as expressões, ao mesmo tempo que cruza com o momento do jogo e tira notas de todos os aspectos relevantes.

 

É necessário o acesso a recursos tecnológicos para esta metodologia e requer a utilização de muita energia, o que resulta em maiores gastos monetários.

 

 

 

 

Teresa Oliveira - 45028

Inês Silva - 46939

Samuel Martins - 45012

 




.Tema
Apoio à criação de vídeos institucionais para a web
.Descrição
Apoio à criação de UGC audiovisual a ser utilizado como meio de promoção dos membros institucionais da comunidade MOVINTER.
.Autora
Teresa Costa Oliveira | 45028
.Ano Lectivo
2009/2010
.Orientador
Prof. Rui Raposo
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